Astrologia

Lua Cheia no Grau 8 do Eixo Balança/ Carneiro, dia 28 de março

Uma folha em branco se apresenta como forma de retorno para a humanidade…

Entremos no Portal da Alma Colectiva que desperta para uma nova alvorada, folhas de tempos voarão, como o tapete de Aladino nos ajudaram a percorrer o caminho, são memórias de experiência adquirida na dual entrega do buscador de Deus em cada um de nós…
O que significa o retorno de um ciclo, quando Ele está a tomar forma e cria os impactos antigos para que o compasso inicie um novo ritmo, mas harmonizado e pautado com o som que o antecedeu?…

Pois é exactamente o que estamos a viver…

O fim de um ciclo de evolução pautado pela exteriorização e elevação da energia masculina, sendo este nascido do ciclo anterior, onde a elevação do feminino Mater deu forma viva a toda a sensibilidade que se eleva de novo dentro de todos nós…

Mulheres e Homens…

Renascidos de uma célula memória, onde milhares de folhas soltas necessitam ser reorganizadas por todos nós…

Somos devolvidos a ecos antigos do colectivo, por o movimento do Criador impulsionando um despertar do coração… Ecos que nos devolvem a Chama Crística, onde Deus na Forma ritmou com a entrada na fisicalidade do poder da fé através de Cristo… a Centelha que nos relembra a bondade, a fé inabalável, mas a reunião dos povos, das tribos que impulsionam o movimento das correctas relações humanas, onde feminino e masculino se reencontram como aprendizes da nova escola…

Nada sabemos, mas despertamos a história de todos os tempos dentro de cada um de nós, replicamos vozes, acções, criamos refúgios antigos para nos reunirmos sem julgamento…

Essa é a grande elevação, pois de nós brota a história e de nós continuará…

Agora vamos transportar esta energia viva que com doçura e delicadeza nos ajuda a despertar o coração e não a razão… Esse era o ritmo anterior… Vamos transportá-la para a visão e vivência sentida em cada célula humana individual…

A tua magia é saberes que estás nesta onda, mas tens um ritmo individual, onde os ecos antigos despertam dentro de ti, para que a polaridade masculina, a energia que esteve a comandar a tua acção e Vontade, seja temperada por uma voz feminina, que te diz aquieta-te, ouve-me, recebe-me, deixa-me coordenar a tua atenção zeladora, o teu olhar interior silencioso que é precioso agora.
Sem julgamento entra. Eu sou delicada, mas forte como uma raiz de bambu. Toma refúgio comigo e as folhas soltas que guardas para restaurar antigas histórias que serão levadas pelo ar que te refresca a mente, com a brisa do coração. Quando foges nas vozes antigas, não me sentes e tomas refúgio na mente. O ciclo que está a findar, reúne as folhas, mas não te agarres a elas.
Entrega-as e começa a Despertar a Fé para de novo acreditar. Comigo, a tua delicada voz do coração, o mundo é o palco para te reinventares sem história.

Em comunhão sinto-nos e recebo-nos sem história no meu coração…

Texto escrito pela astróloga transpessoal Ruth Fairfield, mais sobre a autora: clique aqui