Desenvolvimento Pessoal

Felicidade, um saber visceral conectado com a essência de cada um

A mente tem a necessidade de conceptualizar para poder funcionar na sua função de analisar, categorizar, separar, dissecar, prever, proteger, sobreviver.

A felicidade sente-se. Sabemos que estamos felizes e nesse momento não pensamos como é que estamos felizes.A felicidade é uma sensação à qual atribuímos um nome para podermos colocar uma sensação numa conceptualização.

Quando tentamos perceber o “como”, a sensação perde-se na dinâmica mental. A sensação está no campo do inconsciente, o “como” está no campo do consciente. Ativamos a mente com curiosidade e interesse cognitivo.

Ao pensar afastamo-nos do momento presente e a felicidade esfuma-se.

HUGO MACHADO

Querer compreender a felicidade é o mesmo que querer compreender como funciona uma aspirina. Sei que tomo e que me tira as dores de cabeça, não sei como funciona nem sei qual é a dinâmica no organismo que leva ao resultado final.

Eu não pretendo compreender a felicidade. Eu pretendo usufruir da felicidade quando a estou a sentir. E pretendo ter ações e comportamentos que a podem potenciar.

Hugo Machado, Coach de Evolução Pessoal, aponta as principais barreiras que impedem as pessoas de serem felizes

A meu ver, a grande barreira para se ser feliz é o facto das pessoas estarem desligadas da sua essência. Estar ligado à essência é estar ligado ao que vem de dentro de nós, o que vem de dentro para fora.

E onde é que está esta singularidade? Na nossa genuinidade! Está na nossa intuição, nas nossas emoções, no viver o nosso lado luz e o nosso lado sombra, no viver de acordo com o que o nosso corpo nos mostra. De sermos nós incondicionalmente.

Não estamos numa cultura que potencia o que temos como inato que ajude a explorar as características únicas de cada Ser. Ao invés, somos aculturados e mecanizados para vivermos de acordo com regras instituídas pela sociedade e cultura onde estamos inseridos.

Acabamos por viver a vida que os outros querem que nós vivamos.

HUGO MACHADO

Habituámo-nos a ser alguém que não somos. E, como somos animais de hábitos, habituamo-nos a estar numa zona de conforto. É muito desafiante mudar porque é no conforto que o nosso cérebro acredita que é a zona de segurança, onde as nossas necessidades de certeza são supridas. Que necessidades são estas? Segurança, abrigo, alimento, sobrevivência no fundo.

A questão que coloco é se a sobrevivência nos faz sentir felicidade? Bem, se passámos por uma fase de grandes privações, o facto de termos a nossa segurança garantida é algo sem dúvida prazeroso. Mas, não será algo impermanente? As zonas de conforto ficam, invariavelmente, apertadas e desconfortáveis. Porquê? Porque nos desligamos da nossa essência, da nossa intuição e da nossa ligação a algo que é maior que nós. Urge ter Fé, não num sentido de crença mas num sentido de saber! Um saber que vem de além da mente. Um saber que é visceral.

As grandes barreiras são auto impostas. São as famosas crenças limitantes. Os limites só existem na nossa mente. E são precisamente estes que nos estão a impedir de nos ligarmos à nossa essência.

Para saber mais sobre o Coach de Evolução Pessoal Hugo Machado, visite o website: hugomachado.pt