Desenvolvimento Pessoal

É possível ser feliz em tempo de COVID-19?

Desde 2013, que se celebra o Dia Internacional da Felicidade a 20 de março

A proposta partiu de um pequeno reino budista, situado nos Himalaias, o Butão: adotar enquanto estatística oficial “Felicidade Nacional Bruta”, ao invés do Produto Interno Bruto (PIB). E a Organização das Nações Unidas (ONU) aprovou a proposta, porque considera que a busca da felicidade é um objetivo humano fundamental.

Para assinar este Dia Internacional da Felicidade, desafiamos o Coach de Evolução Pessoal Hugo Machado a responder à questão:

É possível ser feliz em tempo de COVID-19, com as restrições de confinamento?

Sim! Ser feliz é uma escolha.

Melhor dizendo, para sentir felicidade há que entrar em acção para ter comportamentos que nos levem a sentir essa mesma felicidade.

Se temos os mesmos comportamentos de forma consistente vamos ter constantemente os mesmos resultados. Se esses resultados não nos satisfazem, temos que mudar o comportamento.

É algo que parece evidente e simples.
E até é. O difícil é mudar os hábitos.

Hugo deixa algumas orientações e sugestões

Em primeiro lugar, viver as emoções. O confinamento colocou-nos em contacto com o nosso interior que temos vindo muitas vezes a negligenciar com as distrações do dia a dia. Com a paragem, e com a diminuição dos afazeres e dos estímulos, somos quase obrigados a lidar com o que vem do nosso interior. Nem sempre é agradável, mas é fundamental lidar com as emoções, permitir que elas se expressem, que sejam drenadas, que lhes seja dado espaço para que possam existir e, inevitavelmente, se transmutarem em algo diferente.

Este processo vai criar um espaço dentro de nós. Com esse espaço há lugar a uma maior clareza e um maior discernimento mental e emocional da realidade tal como ela é. É nesta altura que podemos entrar em acção e fazer diferente.

Fazer algo que nos preencha.

Pode ser ter mais tempo para a família, desenvolver competências, acabar processos que foram deixados a meio por falta de tempo, estar mais em contacto com a natureza, entre tantas outras coisas.

Só com a clareza do estado actual, da realidade como ela é, é que temos o discernimento de criar objectivos que estejam de acordo com o nosso propósito de vida.

Diria até que, de certa forma, o confinamento pode ser um trampolim para a felicidade.

Tenhamos nós a coragem de escolher fazer diferente e de acordo com a nossa essência.

Deixamos um agradecimento ao Hugo pelo seu contributo. Para saber mais sobre o Coach de Evolução Pessoal Hugo Machado, pode consultar mais informações no website: hugomachado.pt